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domingo, 9 de setembro de 2018

A crente sedenta

No meio da noite ela acordou desesperada, seu corpo queimava e um desejo incontido tomava-lhe o ser.
Nos seus trinta e dois anos de vida, era a primeira vez que passava por uma situação daquelas. Ela suava, o coração quase saltava pela boca, entre as suas pernas algo escorria e os pensamentos não lhe obedeciam, por mais que tentasse desviá-los, a tentação era muito maior e eles voltavam ao mesmo ponto: Sexo, sexo, sexo!
Não fora criada daquela forma, cresceu numa família casta, com fé fervorosa e recatada. Para ela o sexo era pecado e um ato impuro. Casou virgem  e a sua primeira experiência sexual havia sido frustante. Sentiu vergonha dela mesma, por deitar-se de pernas abertas, deixar um homem inclinar-se sobre seu corpo e invadi-la daquela forma. Culpando-se, não conseguiu olhar-se no espelho por alguns dias.  Um mês depois o marido sumiu, numa manhã ele saiu para trabalhar e não voltou, nunca mais teve notícias e nem sabe o que aconteceu com ele. O que ela sabia sobre sexo, aprendeu nas poucas vezes que dormiu com ele, nos dias que ele ficava em casa, de folga à noite e foram muito poucas.
- Sexo é para procriação - dizia ele, tão crente quanto ela!
Deitada na cama um fogo a consumia, seus pensamentos se tornavam cada vez mais lascivos e a sua excitação, deixava-a totalmente encharcada.
- Deus, será que estou louca? O que é isso agora?
Não sabia como aquilo estava acontecendo. Acordara daquele jeito e no máximo tinha vagas lembranças de um sonho. Para ela, um pesadelo horrível!
- É pecado! Isso é pecado! Coisa do demônio!
Sentou-se na cama, cruzou as mãos sobre o peito e orou. Aqueles pensamentos pecaminosos não a deixavam em paz, sequer conseguiu começar uma prece.
Levantou-se foi à cozinha, encheu um copo com água, encostou-se na pia e bebeu. Enquanto bebia seus pensamentos voavam. Lembrou-se de uma conversa com a colega de trabalho, sentiu-se imunda:
- Fui curiosa demais! O que ela me disse é loucura, mulher decente não faz. Sexo é coisa sagrada!
Voltou para o quarto orando e determinada, tentava penitenciar-se, mas não esquecia do sonho imundo. Deitou-se novamente, não conseguia deixar de pensar no sonho que teve e a fizera acordar naquele estado deplorável. A noite ia alta, minuto a minuto, hora após hora e não seus olhos não pregavam de jeito nenhum.
Lembrou-se do marido desaparecido e nas poucas vezes que fez sexo com ele, comparando os momento e notou que nunca havia sentido aquilo com ele. Num gesto espontâneo, colocou as mãos entre as pernas e viu que a calcinha estava molhada.
- Será? Será que tive um orgasmo! Não... Isso é do demônio! Mulher reta não tem isso! Valei-me!
Tentando medir a extensão do seu pecado, apalpou-se e sentiu sensações que nunca havia sentido. 
Esqueceu-se do sonho e do pecado, continuou se tocando. Ela nunca experimentara tais sensações. Curiosa, toucou-se mais um pouco e sem saber bem o que fazia, deixou os instintos aflorarem e finalmente eles a envolveram. A mulher crente deu lugar à fêmea excitada.
Explorou-se, invadiu-se e tateou seu corpo. Naquela noite ela libertou-se dos pudores, afastou seus medos e abriu-se aos pecados. Sem vergonha nenhuma de si, permitiu-se ao prazer. Seu corpo vibrou, suas pernas tremeram, soltou os gemidos e no grito final, abandonou-se a um gozo imenso. Cansada e exausta dormiu! 
Acordou de manhã, sentindo o cheiro do seu suor impregnado na cama. Sentiu-se viva, pela primeira vez acordara com prazer em viver. De repente pensou, que havia cometido um pecado, mas logo retrocedeu, como uma coisa tão boa pode ser perversa e perguntou para ela mesma:
- Será que o Pastor não fala com Deus para mudar esta lei?
Um pingo de consciência pesada, a fez voltar aos pensamentos anteriores:
- É blasfêmia, isso é blasfêmia! Abri as portas do meu corpo para o Demônio!
Levantou-se, vestiu a roupa de sempre, blusa recatada, saia comprida, meias três quartos e sapato sem salto. Foi ao banheiro, lavou o rosto, penteou os vastos cabelos compridos. Tomou um café e saiu.
Foi à igreja, fazer penitência, era dia de culto. Orou e pediu para ser afastada do pecado, não queria mais pecar contra a castidade.
Depois do culto, voltou para casa ligeiro. Era domingo e precisava descansar. Resolveu deitar-se um pouco.
Trocou de roupa, decidiu por uma camisola, para ficar mais à vontade e deitou-se na cama. Sem dar-se por conta deslizou a mão nos seios e a sensação, como na noite anterior, aguçou novamente os seus instintos. Desceu sua mão acariciando a barriga e sentiu prazer com seu próprio toque. Continuou descendo e alcançou o meio das pernas. Veio os calafrios, depois o calorão e perdeu o controle da sua mão. Já não mais lhe importava o pecado, eram devaneios que a deixavam louca. Gemeu alto desejando que alguém estivesse com ela. Sem dar-se por conta, envolvida em seu corpo, gritou e chegou ao gozo!
O quarto fechado, o calor do verão e o orgasmo, haviam a deixado suada. A intensidade do orgasmo deixou-a em transe, com falta de ar, com o coração disparando e os músculos retesados e doloridos. Ficou deitada na cama, parada, tentado recuperar-se e adormeceu, tão rápido quanto tomar um calmante.
Quando acordou era noite e não conseguia pensar em mais nada.
- Amanhã é segunda, dia de trabalho, mas para que dormir tão cedo, se é tão bom gozar!

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sexta-feira, 15 de junho de 2018

A primeira vez no cuzinho!

Agachada de quatro à tua frente, aguardo ansiosa pelo toque da da cabeça quente da tua pica no meu cuzinho. Confesso, estou com um pouco de medo da dor, a primeira vez me assusta, o teu pau será o primeiro à entrar-me por trás. Apesar de todo receio, eu preciso saber como é dar o cuzinho e experimentar a sensação de ter uma pica no fundo das minhas entranhas. Além do mais, sou muito curiosa e a minha safadeza sobrepõe-se aos meus medos.
Tua cabeça encostada, forçando a entrada, sinto o calor da tua glande me queimando. Meu cuzinho retrai e sinto um pavor.
- Ai, ai, ai!!! Vai doer?
O pau vai entrando, parece que rasgando, eu sinto um ardor no meio da bunda, que vai aumentando. É as pregas do cu recém invadido e se alargando. Eu sei, já entrou toda a cabeça  e como falam por aí, depois o resto é fácil. Dói, dói pra caralho, mas não perco a pose!
Quase desisto e peço para você parar, mas crio coragem, relaxo e aguento.
- Cacete!
Finalmente, sinto ceder e teu pau deslizar para dentro!
Com o teu pau bem no fundo, a dor é ardida.
Mordo o travesseiro e sinto teu pau sair devagar, será que você vai tirar? E vem a enterrada...
- Puuuuta que pariuuuuuuu!!!
Dou adeus à todas as pregas do cu.
Sempre me disseram que dar o cu dói na primeira vez, mas é uma dor que se alastra e uma ardência que queima, mas logo passa, o cu acostuma e fica gostoso.
- Mexe, mexe... Come o meu cuzinho!
Entra e sai, vai e vem, dar o cuzinho é uma delícia, a pica mexendo é como uma carícia.
Aumenta a pressão e a velocidade e eu mexo no grelo para me excitar.
Você agarrado nas minha cintura, arfando e gemendo, de repente me puxa e enterra bem fundo e um urro me diz que você gozou no meu cu.
- Peraí... Não tira! Eu também vou...
Go... zaaaaaaaaar!

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segunda-feira, 30 de abril de 2018

Abaixo as carecas!

Para quem não me conhece, sou Tonha, uma bucetinha muito revoltada.
Sim, sou a bucetinha de uma loira! Não, não, não... A loira que é minha, por que apesar dela pensar que me domina, sou eu quem a domino, por que quando eu quero, ninguém me segura, faço ela me dar de qualquer jeito, e não há dedos que supram as minha necessidades! Mas isso é um outro assunto, que numa outra oportunidade falarei sobre isso!
Ultimamente ando pensando com o meu "botão", sobre as tendências do momento, as preferências atuais por lisinhas e carecas. Mas realmente, qual é o prolema de se ter um "Tony Ramos" entre as pernas? Aqueles lindos pelinhos são um diferencial, volumosos é claro, mas nunca um exagero, se bem cuidados.
Sinceramente, o que há de errado com aquele montinho de pelos que protegem, mantém quentinho e enfeita o "parque de diversões"?
Claro que eu sei, muita gente vai responder, que ninguém gosta de cair de boca numa pexereca peluda e  depois ficar tirando pentelhos dos dentes, pior ainda, se usa um sorrisinho rala cenoura, ou seja, aparelho ortodôntico.
Tudo bem, peladinha é mais higiênico, mas, se tiver um arbusto, cair de boca pode se tornar uma verdadeira exploração excitante, pensem bem:
- Olá Seu Clitóris, você está por aí, estive lhe procurando!
Ter pelinho acima do botãozinho pode ser agradável, pode-se variar o visual e fazer belas surpresas à candidatos chupadores de xoxota e candidatas também, por que não?.
Eu sou careca, a loirosa insiste com a depilação total, sempre com a mesma desculpa:
- Cabelos loiros e pentelhos pretos, é ridículo!
Já perceberam, né? Minha dona é loira falsa!
Particularmente, eu gostaria de vez em quando variar e até sonho com alguém comentando meu penteado novo:
- Você está linda de moicano!
Ou...
- Hoje teu topetinho está sinistro!
Estou revoltada com o meu visual careca e liso, tipo xoxotinha da boneca Barbie e preciso urgentemente trocar, mudar um pouco, sinto muita inveja da bucetinha da Claudia Ohanna.
Esse assunto de ter que ser xoxota careca, goela abaixo, digo, vagina abaixo, me deixa um pouco perturbada, resolvi falar com uma amiga, a xaninha da namorada da minha dona, que tem um bigodinho de Hitler.
Perguntei para ela, qual era realmente a tendência do momento, e sem surpresa nenhuma, ela disse que ouviu a depiladora falou que é mesmo perereca pelada e o bigodinho de Hitler, que não nada tem de hitleriano, mas se chama de depilação cavada.
Ela ainda me contou que a maioria faz raspagem total, deixando tudo a descoberta, sujeito a erosões e baixas temperaturas, tudo para agradar os homens e aí que está o erro, por que xoxota pelada é mais sensual que as peludinhas? Por que essa imposição?
Estou cansada dessa vida despentelhada, uma vez por semana é sofrimento, raspagem total!
Vou lançar uma campanha, para o bem das xoxotas friolentas como eu:
- Abaixo as carecas, viva as peludas! Buceta com jeito de buceta! Por que buceta pelada, não passa de xexeca!


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sexta-feira, 27 de abril de 2018

Putarias de uma descasada!

- Amiga... Lembra do Paulinho?
- O Paulinho... Ora, é claro que eu lembro! Grande pau!
- Sua safada!
- Safadíssima, ele foi o meu melhor pau amigo!
- Pau amigo? Fiquei curiosa, me conta?
- Então senta, é uma longa história!
- Sou toda ouvidos!
- Conheci-o logo depois que me divorciei, numa festa na casa de uma amiga, com músicas estourando os tímpanos, na época eu andava matando cachorros à gritos e com um atraso monumental, já tinha até criado um calo na ponta do dedo. Ele me disse que a namorada estava indisposta, mas na verdade eles tinham brigado e ele deu um desdobre para ir à festa.
- Normal, todos os homens são iguais!
- Lógico! Mas, o importante é que ele queria apenas me comer e  que, com aquela minha enorme seca, eu queria a mesma coisa, comê-lo inteirinho!
- Ehehe! Quem não conhece, que te compre!
- Pois é! Fingi derrubar uma taça de vinho tinto na calça dele, como uma boa amiga ajudei-o  a resolver o problema que criamos de caso pensado e procuramos por um quarto ou um banheiro vazio e quem sabe, até o quarto da empregada serviria também. Somente por saber que em alguns minutos eu estaria com um pau na boca, já fiquei excitada. Subimos uma escada e achamos um quarto, que estava escuro, apenas com a televisão ligada. Claro, nem eu e nem ele precisávamos de luzes acesas, no máximo, eu queria ouvir uns gemidos, uma respiração ofegante e talvez... Algumas palavras mais quentes.
- Ui! Só de pensar amiga, to ficando molhada!
- Espera, deixa eu te contar!
- Conta, eu quero detalhes!
- Ele abriu minha blusa, pegou nos meus seios e os espremeu.  Começou a chupá-los e a lambuza-los com saliva, de uma forma que eu me lambuzei embaixo também. Abri o zíper, baixei a calça dele, tirei o pau para fora e soquei a melhor punheta que já soquei para alguém, fui tão competente que ele me pediu para parar e teve que segurar o gozo, tanto que eu sentia o pau latejando na minha mão.
- Latejando? Adoooooooooooro!
- Calma! Ele me jogou contra uma parede e voou para cima de mim. Arrancou a minha mini-saia, e  a minha calcinha, me pegou no colo, tapou minha boca e meteu com a força de um leão. Foi tanto tesão que tive vontade de  gritar e muito. Queria gemer feito uma gata no cio, mas a mão dele não deixava. Ele mexia muito rápido e eu ficava louca e ofegante. Enquanto ele me comia, também bolinava meu cuzinho com o dedo da mão direita., Eu achava que ia morrer de prazer.
- Caralho, que pegada!
- Então ele largou minha boca e bem nessa hora eu gozei, dei um grito esganiçado! Ele me chamou de louca e me lembrou de onde estávamos. Recompomos as roupas rapidamente e logo alguém apareceu no quarto perguntando o que havia acontecido. Nem lembro qual desculpa inventamos, mas com certeza não acreditaram, por que a minha cara deveria estampar toda a satisfação que eu senti naquele orgasmo estrondoso.
- Imagino a tua cara disfarçada, ahahahaha!
- Bem, descemos para o piso e fomos ao jardim tomar um ar, a namorada dele ligou pedindo desculpas pela briga e ele resolveu ir embora.
- E ficou assim? Só nessa foda?
- Que nada! No outro dia mandei uma mensagem pelo celular: Foi a melhor foda da minha vida! Quero mais!
- Amor de pica é o que fica!
- Claro, depois disso nos encontramos outras vezes e gozei muito naquele pau!
- E você não quis voltar para o ex-marido?
- Depois que me separei, descobri que existem paus bem melhores, nunca mais!
- Essa história me deixou excitada!
- E como você acha que fiquei, lembrando dessa foda deliciosa! Queria um pau agora!
- Amiga, quem não tem pau...
- Fode com xana!
- Então... Vem!

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segunda-feira, 23 de abril de 2018

Cu, o centro do universo!

Desde o princípio dos tempos, os homens procuram descobrir o centro do universo, pesquisadores, astrônomos e cientistas vários procuram por ele. Não é sem tempo, que vai e volta, lemos por aí que a Nasa lançou uma sonda para descobrir os confins espaciais.
Ora, estão todos redondamente enganados e procurando no lugar errado, pois o centro do universos está bem pertinho de nós: O cu!
Pense bem, "CU"! Exatamente, a sigla de Centro do Universo ou Centro Universal!
Sim, o cu é o centro do universo, todo munto tem, todo mundo usa e todo mundo pensa nele, por que ele é extremamente necessário, a mais desejada de todas as fantasias sexuais e além disso está sempre presente, em todas as horas!
Não? Claro que sim, basta alguém falar de um lugar bem longe, a resposta já está pronta:
- Lá no cu do mundo!
Por sinal, por coincidência, é bem perto da casa do caralho, ou seja, tem que ser perto da casa do seu maior perseguidor!
De outro modo, é lembrado rapidamente quando alguém enche o saco?
- Vai tomar no cu!
O cu é tão importante no segmento acadêmico, que se alguém é extremamente dedicado aos estudos, fica conhecido por "cu de ferro"! Sei lá por que, o que tem a ver a cabeça com o cu? Provavelmente, essa importância acadêmica do nosso amigo anal, seja por que os nossos queridos CDF's não tiram a bunda da cadeira. Pobre cu!
O cu é coisa séria, tão sério que quando se manifesta, todo mundo se importa e sai de perto. E não adianta querer disfarçar, por que quando mais se tente, mais ele faz barulho! Digamos que o cu, por causa da sua importância, já se acostumou com tudo isso e é egocêntrico, gosta de chamar as atenções!
Além disso, o cu é safado, sabedor da sua centralização universal, quando resolve trabalhar e a maior causa de suadores. Inicialmente ele emite alguns avisos, mas se não é atendido de imediato, faz qualquer criatura sair atrás, com toda a urgência do mundo (Viu? Do mundo!), de um vaso sanitário, de um arbusto, de um cantinho escondido. Na impossibilidade, ele não está nem aí e se afrouxa mesmo! Acho que essa deve ser a origem da expressão popular:
- Quem tem cu, tem medo!
Dizem que não, que a origem é outra, mas...
Estou aqui falando no dito cujo e pensando, quanta gente está lendo? Pensando num cu! Ou no mínimo, com o celular ou tablet na mão, sentado no boca larga e pondo o cu à seu serviço!
Razões para dizer que o cu é o centro do universo não faltam. Exemplo disso é que tem gente que vive só para foder com o cu dos outros! Que o diga meu chefe, que nada mais nada menos, é chefe de unidade, um dos CU's da minha empresa!
Mas, o principal motivo para se dizer que o cu é o meio indiscutível do cosmo, é a fascinação que os homens sentem por ele! Ora, mesmo que a foda seja maravilhosa, não importa o que as mulheres façam, eles sempre vão querer o cuzinho! Tanto que, aquele que estréia a exploração de um centro do universo virgem, se sente o mais realizado de todos os homens. O cu, sexualmente falando, é um troféu, digno de ser empalhado e pendurado na parede da sala!
Para finalizar e ratificar que o cu é o centro universal, basta vermos por aí, que o cu é como opinião, tem muita gente que dá e não está nem aí!
Bem, vamos parar por aqui, meu cu está se manifestando e é melhor ir correndo fazer o que ele quer!

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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Minha amiga é bi!


- Beto, preciso te dizer uma coisa...
- Fala, ué!
- Sabe a Lurdinha?
- Sei!
- Nós somos amigas desde a infância!
- Isso eu já sei, qual novidade?
- É que ontem eu dormi com ela!
- Tá... E daí? Você sempre fez isso!
- Não Beto, não é isso!
- O que então?
- Bom, nos duas transamos!
- Que legal!
- Legal Beto? A gente sempre transa!
- Claro que é legal!
- Beto eu te traio com ela!
- Ahahahahahahahah!!! Isso não é traição!
- Como não?
- A Lurdinha é mulher oras! E eu já sabia, todo mundo sabe que ela gosta de buceta!
- Mas eu e ela fizemos sexo, acha isso normal? Eu e você estamos juntos!
- Qual é o problema? Ela é mulher!
- E se ela fosse homem?
- Aí é diferente, teria pau!
- E só por causa de um pau é traição?
- Claro, mulher com mulher não dá nada!
- Beeeeeto! Nós fizemos de tudo!
- Tudo? Você chupou aquela buceta?
- Claro e ela me chupou também!
- Nossa que tesão!
- Tô abismada Beto, você sempre foi tão machista!
- Não sou machista!
- Claro que é!
- De onde você tirou isso?
- Lembra quando eu te falei pra fazer uma suruba com a Lucinha?
- Lembro!
- Então você não quis!
- Claro, o namorado dela também ia te comer!
- Pois é Beto, você podia comer ela e ele não podia me comer!
- Você está confundindo!
- Como assim?
- A Lurdinha é a Lurdinha, A Lucinha e o namorado é outra história!
- Que outra história Beto, foda é foda de qualquer jeito!
- Não mesmo! Você e a Lurdinha só se chuparam!
- Você que pensa!
- Como?
- Ela também me comeu com o consolo!
- Grande coisa, é de borracha!
- E o namorado dela viu tudo!
- O queeeeeeeeeeeeeeee?
- É, ele tava assistindo!
- Peraí, isso não está certo!
- A pouco estava e você disse que não dava nada!
- Mas agora é diferente!
- Diferente, ele nem me tocou!
- Mas viu e no mínimo socou uma pra você, olhando pra essa bunda aí!
- Bom, ele socou punheta mesmo!
- Viu! Eu to certo! To decepcionado!
- Decepcionado por que? Só quis te contar e ser sincera contigo!
- Nunca esperei isso de você!
- Isso o que?
- Ficar nua na frente de outro!
- Mas ele nem me tocou, me respeitou, eu só transei com ela!
- Mas viu o pau dele?
- Claro como eu não iria ver?
- E ainda confessa!
- Beto, eu não fiquei de olhos fechados!
- Daqui a pouco você vai dizer que ele tem pauzão!
- Bom, não é tão grande, mas...
- Mas o que? Vai dizer que pegou na mão!
- É claro que não!
- Mas... mas... o que?
- Beto deixa pra lá!
- Vâmo, fala logo, mas... o que?
- É maior que o teu!
- Puta que pariu! Olhou e ainda ficou comparando!
- Não comparei, é que ficou na cara!
- To me sentindo humilhado!
- Por que ele viu, ou por que teu pau é pequeno?
- Porra... Mais isso ainda!
- Sabe o que eles me falaram?
- Que se você concordar eles topam uma transa à quatro!
- O que? Ele só ta querendo te comer!
- Não Beto, nós quatro juntos!
- Hum, surubão?
- É!
- Eu com ela e ele com você?
- E eu com ela e você com ele! Ele é bi também!
- Tá doida, isso é putaria!
- Tá me chamando de puta?
- Não, não disse isso!
- Como não? Eu transo com mulher, gosto de suruba, só não faço por que você não quer e eu respeito!
- Já disse, mulher com mulher tudo bem! Mas homem com homem é diferente!
- Beto ele é passivo, só dá! Você não precisa dar para ele!
- Caramba, o cara é bixa enrustida!
- Bixa não Beto, é bi!
- Então... Ele dá o cuzinho e é bi? Não é?
- Sim é bi e dá!
- Viu! Bi de bixa!
- Beto eu desisto, você é muito machista! Quando o assunto é sexo você é zero à esquerda!
- Mas você gosta e goza como louca comigo!
- Mas gozo bem melhor com a Lurdinha!
- Aé! Tá proibida de dormir na casa da Lurdinha!
- E se ela vir dormir aqui?
- Aí tudo bem!
- Bem, por quê?
- Por que daí eu vou poder ver a pegação!
- Seu cretino!

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quinta-feira, 19 de abril de 2018

Me fode agora!

Tuas mãos ágeis tomaram o caminho do meu maxilar, senti a firmeza dos teus dedos e meus lábios ganharam um beijo ligeiro, mas ardente. No instante seguinte, aproximei meus lábios ao teu ouvido e para ele onde murmurei frase obscena:
- Quero tua boca na minha buceta... Me devora!
Desejo, malícia e fantasias. 
Deslizou tua mão pelos meus cabelos longos e ainda molhados, envolveu algumas mechas com os dedos longilíneos, puxando-as e fazendo-me inclinar a cabeça para trás. Teus lábios maliciosos e quentes desceram pelo meu pescoço e roçando a minha pele, rumaram para o meu corpo nu. O desejo ficou mais intenso e a lascívia se fez presente. Notei meu corpo arrepiar por inteiro e um breve calor ruborizou meu rosto. A tua outra mão encontrou-se com meus seios e acariciava-os sofregamente, primeiro um e depois o outro. Como golpe final, que me custou a entrega, apertou meu mamilo entre os dedos. Percebendo-me, desceu por meu ventre e pousou em meu sexo, explorando-me as dobras e bolinando meu clitóris. Eu estremeci e quase desabei.
Já sem controle dos meus pensamentos, os quais haviam se inundado de luxúria e desejos. E, até mesmo meus atos, eu não possuía mais domínio sobre eles. Eu desejava e precisava sentir. 
De sobressalto me vi empurrada e tombada na cama, mas você permaneceu sobre os pés e inclinou a cabeça para baixo observando meu corpo estirado à tua frente. Depois abaixou-se, prostrando-se de joelhos ao pé da cama. Tuas mãos pousaram em meus pés, depois de breves carícias, subiram minhas pernas e agarrando-as por trás dos joelhos e me puxaram para ti, deixando-o entre as minhas pernas. Novamente tuas mãos entraram em ação e deslizando as minhas coxas chegaram e flanquearam meu sexo.
Teus cantos de lábios curvaram-se exibindo-me um sorriso malicioso, teus olhos procuraram os meus e como se quisessem desvendar meus desejos através do olhar, neles permaneceram enquanto você arqueava o tronco e somente fecharam-se, quando senti o calor da tua boca em meu sexo. Tua língua brincou no meu clitóris e nesse encontro do sexual com o oral, ecoou pelo quarto os estalos da mistura de umidade e saliva. Senti-me escorrer na tua boca, a qual se mostrava sedenta e faminta. Enquanto você me prendia em tua boca, eu acariciava meus seios e espremia meus mamilos. Minha boca secava, o ar me faltava, minha excitação aumentava e cada vez mais eu molhava. Desesperada, eu mexia a cabeça de um lado para o outro. Da minha boca brotava gemidos, que logo se transformaram em gritos e mais um pouco em súplica veemente:
- Me fode agora... com força!
Meu pedido soou aos teus ouvidos como uma ordem e sem saber como, senti-me invadida e a tua carne afastou as minhas. Transformei-me em instintos, meus pensamentos voltaram-se somente para o meu sexo e às sensações que você me trazia, quando entrava e saía. Meu corpo resumia-se entre as minhas pernas, até que uma descarga, começando ali, espalhou-se e deu-me conta do restante do corpo, fazendo-me tremer dos pés à cabeça e pedi novamente:
- Mete com força! Fode essa buceta!
Eu gozei e foi de um prazer inexplicável. O qual nunca poderei esquecer e permanecerá nos seus pensamentos, para sempre!
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segunda-feira, 16 de abril de 2018

Encoxada no Metrô

Sobre a calça jeans, senti uma mão pousar levemente na minha bunda e vagarosamente procurar pelos meus contornos, seguindo diretamente ao meio das minhas nádegas, afundando-se entre elas com certa força e até levantando-me um pouco. Diante da minha inércia, eu notei um homem se encostando no meu corpo e pressionando-me ao seu.. 
Não foi difícil perceber que ele estava excitado. Fiquei paralisada e pensando que o correto seria eu tentar sair dali, mas ao mesmo tempo, aquilo tudo estava me excitando. Fiquei parada no mesmo lugar, deixando-o aproveitar-se da lotação do metrô e decidi corresponder à encoxada.
Ele se esfregava na minha bunda de um jeito que eu sentia seu membro duro entrando entre as minhas nádegas! Fiquei curiosa e queria olha-lo nos olhos, para ver quem estava me encoxando daquele jeito atrevido, mas não tive coragem de olhar pra trás. Já era noite e aproveitei-me do reflexo no vidro da janela e percebi que era um garoto de vinte anos no máximo. Ele trajava uma calça de sarja bem larga e uma camiseta branca, não era muito alto e um pouco magro, mas pelo volume na minha bunda, deveria ser dotado. 
O metrô continuava o percurso e em cada estação, mais pessoas entrava e tornava-se mais apertado, ao mesmo tempo, eu sentia o membro quente e duro se esfregando e sempre mais excitada, eu adorava! É isso mesmo! Eu estava adorando aquela situação. 
Eu já estava muito molhada, quando senti as mãos dele segurando-me pela cintura e me puxando ao encontro dele. Fiz questão de cooperar e empinei o meu bumbum. Ele aproveitou-se, meteu sua mão entre as minhas coxas e me masturbou, enquanto seu membro roçava em uma das minhas nádegas e desse jeito me fez gozar. Minhas pernas tremiam depois do orgasmo, mas ele não parava, continuava esfregando o pênis na minha bunda e acariciando-me entre as as pernas, correndo os dedos na minha vulva e ânus. Coloquei minha mão por cima da dele que segurava a minha cintura, para ele perceber que eu estava gostando. Ele se ajeito, colocou o membro ereto entre as minhas nádegas novamente, aproximou-se do meu ouvido e falou bem baixinho: 
- Vai gostosa... Rebola na minha pica que eu quero gozar a cueca". 
Para mim foi uma ordem! Comecei a rebolar discretamente e esfregar minha bunda naquele pênis delicioso, sentindo aquele membro quente no meio das nádegas e acredito que querendo entrar no meu ânus. 
Na minha estação, eu não desembarquei e continuei me esfregando, fazendo o que ele me pedira. Não demorou muito para ele encostar no meu ouvido e depois de uma gemidinha baixinha, me disse: 
- Tô gozando gostosa, to gozando. Sente ele latejar na tua bunda! 
Ele ficou completamente parado por alguns instantes. 
O metrô parou em uma outra estação e eu desembarquei, sem falar nada e sem olhar pra trás e fui andando para o outro lado da estação, com as pernas tremendo, com o coração disparado, mas maravilhada com o que ocorrera. 
Foi muito bom, foi muito gostoso! Já fui encoxada inúmeras, mas nenhuma foi como aquela. Nunca mais encontrei outro homem, que me desse um orgasmo durante a encoxada.
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Foda Alucinada

Foi apenas instintos, rolou tudo! Sexo alucinado e a noite inteira de muitas trepadas
O beijo molhado, a língua na língua, o licor de saliva, os lábios mordidos e ardidos.
Os seios espremidos, mordidos e lambidos, mamilos chupados, sugados, encharcados de saliva.
Uma siririca pra cá, uma punheta pra lá, os dedos melados, o grelo inchado e sensível, a pica bem dura.
A boca na pica, a cabeça vermelha bem fundo engasgando e fazendo salivar. A xoxota na boca, melando e escorrendo de tanto tesão e o mel do prazer espalhado na cara..
Lambidas e chupadas, gemidos e gritos, o grelo e a pica na ponta da língua. A boca envolve e a língua invade. Um engole e o outro bebe.
O prazer o tesão e os dois não aguentam, é hora do vamos ver. Deitados na cama, sentados na beira, de frente e de costa, na frente e atrás! A xoxota e a bunda, devassadas por uma pica competente.
Gritos inusitados, tapas ardendo na bunda, as vezes mais carregados, outras vezes mais delicados, a pele numa febre total e  os corpos estremecidos.
Dois anjos endiabrados, carinho, dor, prazer e castigo. Vai e vem, entra e sai, aqui e ali, movimentos ritmados, momentos sem nenhuma censura, pudor deixado de lado, prazer sem nenhuma frescura.
Em cada grito, o ar que falta, e a malícia picante, frases desconexas e as palavras sem compostura.
Come e dá, mexe e remexe, rebola na pica, maltrata a xoxota, pra frente e pra trás, entra e sai.
O jorro é inevitável e o gozo maravilhoso.
A xoxota toda melada e a pica desfalecida.
Não falta mais nada, já está confirmado. Você me comeu direitinho e eu te dei bem gostoso!
Foi boa nossa gozada!

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domingo, 1 de abril de 2018

A garota da web!

Tudo na vida tem a primeira vez, mesmo que seja a única, pode ser algo que nos marca ou que passamos a lembrar para sempre, e comigo não é diferente.
Eu tinha mais ou menos 18 ou 19 anos, nessa época havia ganho o meu primeiro computador, tudo era ainda novidades, que eu desvendava pouco a pouco. Naquela época não havia essa loucura de hoje em dia, as pessoas eram mais acessíveis.
Na roda de amigas, sempre ouvia falar das salas e bate-papo, eram moda entre os internautas, nem mesmo existia o antigo MSN, Twitter, Facebook e outras tantas ferramentas que conhecemos hoje em dia. A conexão discada dificultava bastante e as melhores horas para se estar conectado, sem ter que desembolsar muito dinheiro na conta de telefone, era entre meia-noite e seis da manhã, ou durante os finais de semana.
Comecei a frequentar tais salas, a fazer amigos e formar grupos, sempre nos mesmos horários da madrugada. Resumindo, troquei o dia pela noite, eu ficava na internet durante toda a madrugada e dormia pela manhã, e a tarde era reservada para os estudos.
Um dia, cansada de frequentar as mesmas salas, dos mesmos assuntos e das pessoas de sempre, resolvi navegar em outras salas, acabei entrando na sala de bate-papo para lésbicas, curiosidades à parte, eu não era uma principiante no assunto e relações com outras garotas, não faltavam no meu currículo. Fui fazendo amizades, conhecendo uma e outra, algumas eram diretas e logo partiam para o rala e rola virtual, outras depois de apenas uma ou duas linhas já se achavam minhas namoradas, me chamavam de amor, paixão, e até queriam marcar encontros e partir para sexo real, mas eu sempre fui mais chegada à sutilezas, gosto da provocação por entre linhas, até que algo mais picante apareça e tome conta dos sentidos.
Enquanto navegava, trocando de uma sala para outra, conheci Fabiana, aos poucos passamos a ter uma conversa frequente e todos os dias depois da conexão, uma procurava pela outra. Ela conseguia me prender a atenção, sabia colocar as palavras e me fazia sentir como fosse algo bem real.
Com o tempo, passamos a trocar confidências, fiquei sabendo que ela era solteira e que também, como eu, gostava de mulheres e homens, ou seja, bissexual. Nossa conversas começavam mornas e aos poucos tornavam-se quentes e excitantes, eu ficava doida, maluca de tesão, tirava a roupa e me masturbava até chegar o orgasmo. Todos os dias era a mesma coisa.
Eu : Melhor agora né.. rsr, mas e ai sem sono?
O quarto era só meu, minha irmãzinha ainda dormia com minha mãe no quarto ao lado, então, estava livre para minhas aventuras sexuais noturnas e virtuais. Como se diz no Rio Grande do Sul, a siririca corria solta! E, foi entre umas das diversas salas que a encontrei:
Eu : Oi tudo bem ?
Ela: Tudo e vc ?
Ela : Ééé.. tentei dormir, mas estou sem sono, queria falar contigo antes, e você está cansada?
Eu: Que nada .. dormi a manhã toda, estou sem sono, estava te esperando.
Ela: Que bom, eu sinto falta de você, já me acostumei!
Eu: É, eu sinto a mesma coisa, preciso disso pra dormir depois.
Ela: Verdade, gosto de sentir esse fogo gostoso.
Eu: Fogo? Cara eu me derreto toda, fico louca!
Ela: Está vestida como?
Eu: Só de calcinha e você.
Ela: De baby-doll.
Eu: Que cor, me diz como ele é!
Ela: É preto e transparente.
Eu: Você deve estar um tesão!
Ela: E você, já nua. Tá querendo mais?
Eu: Quero tudo!
Ela: Vou te dar tudinho então!
Eu: Vem me faz gozar!
Ela: Tah , mas o que quer que eu faça ?
Eu: Você sabe! Já estou doidinha!
Ela: Diz aí, vai, quero que você diga!
Eu: Quero você, quero que você me deixe louca! Quero gozar com você!
Ela : Eu também, preciso das sua palavras, quero gozar juntinho!
Eu: Eu sei, você me viciou!
Ela: Imagina que eu estou agora com você ... minha mão agora é a sua ... ela ta deslizando em seus seios e descendo pelo seu corpo chegando até sua virilha... até as tuas coxas, que delícia!
Eu: Eu adoro isso, não pára! Por favor!
Ela: Calma, vou te fazer gozar. Põe a mão por dentro da calcinha, estou sentindo aqui, ela está molhadinha. Quero chupar, lamber, te morder todinha. Sente... sente a minha língua passeando em ti, eu te chupando.... aaaaaah que delícia, toda molhada pra mim!
Eu: Estou mesmo toda molhada.. e cheia de vontade de ... ah ... eu quero você aqui!
Ela: Lena,  agora com o dedinho, relaxa gostoso, isso, sente ele entrando... hummmmmmmm loucura. Abre as pernas... que delicia... nossa que tesão .... está sentindo...
Eu: Ai, estou toda aberta pra você, vem te lambuza comigo! Enfia esse dedinho!
Ela: Estou subindo, que o teu peitinho... o biquinho arrepiado... está toda excitada... que bom....
Eu: Meu amor estou perdendo a linha, esta delicioso... não sei quanto vou aguentar, estou muito molhada... ah que tesão... acho que vou gozar...
Ela: Calma benzinho! Não goza ainda, me espera.
Eu: Te espero sim, quero gozar junto contigo!
Ela: Sente a minha boca no teu grelinho, estou chupando, olha como ele está inchadinho!
Eu: Ah! Deixa eu te provar também! Vem me dá da a tua xaninha, te vira pra mim!
Ela: Assim eu e você, uma na outra, delicioso!
Eu: Você está molhada, que gostoso!
Ela: Estou molhada sim, quase me acabando! Me dá a tua lingua gostosa!
Eu: Hummmmmmmm aaaah ai ... ai.. ai uuuuuuuuuh quue delicia! Não me aguento mais!
Ela: Vem meu amor, vem, goza junto comigo!

Eu: Estou gozando, aaaah! Vem, me dá teu gozo! Goza na minha boca!
Ela: Assim, amor, assim! Estou Gozando! Aaaah! Que delícia!
Eu: Você foi maravilhosa, adorei transar com você, se virtual é assim, imagina real! Foi delicioso, muito mesmo, adorei!
Ela: Que isso.. nunca imaginei que uma mulher pudesse me fazer gozar assim. Estou precisando de um banho... vou imaginar você me ensaboando ta? Quero você, quero te conhecer!
Eu: Vamos fazer o seguinte, amanhã, vamos marcar um algum lugar para nos encontrarmos, pode ser?
Ela: Nossa vou durmo feliz, como vamos fazer?
Eu: Nós somos de Porto Alegre, o que você acha do... (local), a gente conversa e depois resolvemos o que fazer.
Ela: Legal, é no centro, às 17 horas depois do meu trabalho, pode ser?
Eu: Pode, como eu te acho?
Ela: Eu estarei vestindo o uniforme da (empresa). Você me conhece, já te enviei uma foto por email.
Eu: Eu sei, então até lá!
Ela: Boa noite meu anjo... amanhã então... beijos na boca!
Eu: Beijos até amanha!
Nos encontramos e por muito tempo fomos amigas e tivemos momentos deliciosos. Fabiana era uma pessoa meiga e doce, como já falei gostava de transar com homens e mulheres, mas a sua preferência era pelos primeiros, nunca revelou a ninguém sob as suas aventuras com outras mulheres, guarda o seu segredo a sete chaves.
Ela casou, ficou grávida e tem dois filhos lindos, alguns anos mais tarde, foi morar na Bahia, junto com o seu marido. Nunca mais a vi pessoalmente, mas ainda hoje, mantemos contato e nos falamos constantemente.
Fabiana é um nome fictício, mas eu sei que você vai ler esta postagem, é uma das minhas seguidoras e quero que saibas que a nossa amizade é linda e que essa distância, existe para fortifica-la ainda mais!
Te amo muito, minha amiga!

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sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Tesão no trabalho

por H. Thiesen

Assim eu não aguento!
Coisa séria, que grelo safado, fica excitado até nas horas impróprias. Quando menos espero, ele se agita, mostra que está presente, fica sensível e me deixa louca!
Fica quietinho seu grelo, não é hora pra isso!
Tá, eu sei! 
O cara é gostoso, um tesão, deve ter uma pegada mágica, deve foder gostoso, mas...
Puta que pariu! No meio da reunião de trabalho!
Será que não tinha como esperar? Pelo menos até o happy hour!
Grelo danado, fica quieto, te acalma!
Daqui a pouco fico melada e não quero molhar a calcinha!
Grelinho, agora não! Deixa eu prestar atenção!
Olha o que você fez?
To suando frio!
Precisa ficar tão latejante?
Xiiiiii!!! Melei e agora?
Será que molhou a saia?
Estou toda molhada, babada!
Grelinho te acalma!
É ele, vai falar!
Nossa que voz! Uauuuu!
Vou desmaiar! Estou passando mal!
Grelinho do cacete, você me paga!
Deixa a reunião acabar!



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terça-feira, 8 de agosto de 2017

A Aprendiz

por H. Thiesen 

Capítulo 1

Abri a porta e entrei, Joana me seguiu e fiz um sinal para que aguardasse ao lado da entrada. Olhei em volta, tentando reconhecer o ambiente.
Ela estava parada e em pé do outro lado da sala, ela olhava ao longe, o olhar perdido na imensidão da noite e o véu negro que a pouco havia caído sobre a cidade. Vestia apenas um penhoar preto e transparente, através do qual eu podia ver as alças do sutiã e a pequena calcinha preta.
A sala era ampla, estilo rústico, um tapete vermelho, uma mesa de mogno retangular ao centro, sobre ela não havia decoração e o sofá de couro, em um dos cantos no formato de "L".
Estava frio, a  lareira mantinha um calor agradável em contrate ao inverno lá fora, dois abajures iluminavam o ambiente e davam à ele um clima sombrio.
Nas paredes brancas, algumas obras de arte, todas sem nenhuma importância e de pintores anônimos, mas de bom gosto, algumas com mulheres em poses sensuais, outras paisagens românticas e uma delas era gótica, pesada e escura de uma mulher nua, pendurada na única parede de tijolos a vista.
À tarde ela havia me telefonado:
- Pode vir hoje?
- Sim, claro que posso!
- Resolvi experimentar, quero aprender!
- Tem certeza?
- Tenho, não penso outra coisa, desde a nossa conversa!
- Que hora?
- Depois das dezoito! Mas tem que ser hoje, se não posso desistir e não sei se...
- Dezenove e trinta, está bom? Preciso levar...
- Eu sei, entre sem bater, vou deixar a porta aberta!
Desliguei o telefone e fiz outra ligação:
- Joana, vou pegá-la as sete!
- Puxa, vou ter que me apressar!
- Quero-a bem simples! Lembra o que te falei sobre Rebeca?
- Lembro?
- Será hoje!
- A iniciação?
- Sim, mas não quero sofisticação!
- Sim... Senhora! Irei como pediu!
Caminhando lentamente, atravessei a sala e fui até ela. Mesmo percebendo a minha aproximação, ela permaneceu imóvel, olhando para fora. Segurei-a pelos ombros, afastei seus cabelos e beijei seu pescoço.
- Estou aqui, você está pronta? - falei, quase murmurando no seu ouvido.
- Sim! - disse-me ela.
Abracei-a por trás, desatei o laço do penhoar, logo abaixo dos seus seios e depois deslizei-o sobre os seus ombros e em seguida larguei-o, para que caísse aos seus pés. Acariciei sua cintura com as duas mãos e subindo lentamente, segurei seus seios entre os meus dedos. Ela jogou sua cabeça para trás e gemeu baixo, deixando sua orelha ao alcance dos meus lábios.
- Tem certeza, você quer continuar?
- É tudo o que eu mais quero nesse momento!
Corri novamente as mãos pelo seu corpo,desenhando seus quadris e indo ao encontro das suas pernas, entrando por entre elas, para acariciar o interior morno das suas coxas. Seu corpo amoleceu e estremeceu com as carícias.
Segurei-a pela mão e levei-a ao encontro de Joana, atravessando a sala devagar.
Joana era mais magra, mas com um corpo invejável, seios médios, coxas torneadas, barriga delineada e a cintura bem formada, mas totalmente instruída e obediente, sabia agir na hora exata. Nunca me tocava se eu não solicitasse e estava comigo a um bom tempo. Tratava-me como uma rainha e fazia todas as minhas vontades. Ela vestia um casaco sobretudo azul-escuro e botas de salto, que faziam-na ficar bem mais alta. Paramos a sua frente e olhando firmemente para Joana falei:
- Dispa-se!
Ela desafivelou o cinto e deixou o sobretudo cair dos seus ombros, revelando-nos as curvas do seu corpo, pois nada mais havia por baixo do casaco.
Soltei a mão de Rebeca e virando-me para ela, pedi que admirasse o corpo de Joana, procurando notar todos os seus detalhes e curvas. Depois de alguns momentos de silêncio, disse-lhe:
- Beije-a!
Senti que ela hesitou e repeti novamente:
- Vamos, beije-a!
Rebeca se aproximou de Joana e deu-lhe um leve beijo na boca.
- Beije-a com vontade, com toda a tua volúpia e carinho!
Eu nunca fui Domme e nunca tive uma submissa ou escrava, mas já tivera experiências marcantes com o sado-masoquismo, algumas na época que vivi no Oriente Médio, outras na Alemanha, na Espanha e em Londres.
Joana era minha amiga de longa data, submissa por natureza e dedicada com afinco, conheci-a em Londres, durante um encontro profissional, nos tornamos amigas e entre uma e outra confidência, havia me revelado a sua vida de submissão e as intempéries do seu relacionamento com seu último dominador, também havia me revelado a sua fantasia de dedicar-se à uma mulher. Com o passar do tempo, acabamos ficando muito íntimas e isso facilitou para que sua fantasia fosse realizada, passamos de amigas à uma relação de dominação e submissão, porém fiz questão que esse relacionamento fosse apenas psicológico e que não impusesse-lhe sofrimento ou dor, pois apesar de conhecer as práticas sado-masoquistas, não me agrada a visão de um corpo feminino machucado, marcado e repleto de nódoas. Dessa forma, eu apenas solicitava-lhe atender as minhas vontades e ela se comprazia em realizá-las.
Rebeca era uma executiva de marketing em uma empresa multi-nacional inglesa e conheci-a na época que eu era comissária de bordo, nas viagens entre Londres e Vancouver ou Montreal. Foram inúmeras viagens e não haveria possibilidades de não construirmos uma amizade. Mais tarde, com a nossa aproximação, ela me contou ser lésbica e eu lhe falei sobre a minha atração por homens e mulheres. Passamos a nos relacionar e sempre que viajávamos juntas nossos hotéis eram os mesmo e frequentávamos uma o quarto da outra.
Mesmo depois que abandonei a minha profissão e passei a trabalhar em outro setor da empresa aérea, eu e Rebeca continuamos amigas e sempre que podíamos dávamos um jeito para passar bons momentos juntas. Entre as nossas conversas, surgiram assuntos sobre sado-masoquismo, quando lhe contei sobre as experiências que tive, em uma dessas vezes, ela me falou sobre a sua vontade de experimentar. Conhecendo-a, nunca dei importância e a vontade caiu no esquecimento.
Alguns anos depois, quando eu já me relacionava com Joana, a vontade de Rebeca aflorou novamente e ela fez-me uma proposta para realizá-la. Talvez pela sua insegurança, pediu-me que Joana estivesse junto, pois gostaria de ter junto dela outra mulher. Naquela tarde ela me ligou, finalmente!
 Percebendo o quão eu falava sério, Rebeca abraçou Joana e beijou-a ardentemente. Percebi que durante aquele beijo, Rebeca deixou-se esvaziar dos medos e da hesitação que sentia.
- Venham!
As duas de mãos dadas me acompanharam, à passos lentos fomos até a suite de Rebeca.
- Dispam-se! - ordenei-lhes.
Joana levantou um dos pés, descalçou a bota e depois repetiu a mesma cena com o outro pé. Rebeca deixando cair o penhoar dos ombros, ficou minimamente vestida com seu sutiã e calcinha. Olhei firmemente para Joana e ela entendendo o que o meu olhar lhe dizia, aproximou-se de Rebeca e encarregou-se de despi-la sumariamente e ao mesmo tempo beijava e deixava a sua boca deslizar pelo corpo de Rebeca.
Um calor enorme tomou conta de mim, o casaco estava me sufocando, tirei-o e joguei-o a esmo em um dos cantos do quarto, deixando que elas vissem a roupa que escolhi para a ocasião. Um belo corpete negro de seda e decotado, uma calça legging preta e apertadíssima, uma bota preta de cano curto com quinze centímetros de salto.
Peguei minha bolsa e sem olhar para dentro dela, retirei a cane que sempre me acompanhava e muito conhecida por Joana. Estiquei o braço e com a cane apontei a porta de entrada do banheiro. Deixei as duas entrar na minha frente, fui até a banheira, abri as duchas e batendo na lateral da banheira, ordenei que elas entrasse para se banharem. Rebeca entrou e deitou-se, coloquei a cane sob o seu queixo e a fiz levantar. Joana entrou para baixo da ducha e segurando a mão de Rebeca, puxou-a para ela e começou a banhá-la, deslizando a sua mão ensaboada por toda a extensão da sua pele. Deliciei-me com a visão daquelas duas mulheres se banhando e fiquei extremamente excitada.
Depois do banho, pedi que as duas se massageassem com óleos aromático, que estavam ao alcance sobre o bidê ao lado da banheira, seus poros se arrepiaram, os mamilos eriçaram e suas peles reluziam,
Elas estavam prontas, uma era a aprendiz e a outra a minha submissa dedicada, estavam ali para aprender e servir de todas as formas possíveis, que a minha imaginação era capaz de construir.
Levei-as até a sala, Jona sabia que eu faria de tudo para retirar prazer do seu corpo e doá-lo à Rebeca. Inevitavelmente haveria muitos orgasmos e isso a deixara úmida, tão úmida que as partes internas da coxas ficaram molhadas e ela escorria pelo meio das pernas, mas sabia também, que deveria esperar em pé no meio da sala e não ousava sentar-se, permanecendo com a cabeça baixa em sinal de submissão, pronta para ser usada, pela sua Dona. Rebeca me olhava e parecia acreditar no que via, mas não ousava deixar uma só palavra escapulir da sua boca, permanecendo quieta e aguardando ao lado de Joana.
Olhei fixamente, embora Joana estivesse com a cabeça baixa, percorri com o olhar todo o seu corpo exposto e reluzente, me aproximei devagar e sem falar nada segurei seu queixo, fazendo-a abrir a boca. Coloquei dois dedos entre os seus lábios e ela chupou-os deliciosamente, simulando uma felação. Rebeca olhava com toda a sua atenção, estendendo a minha outra mão, acariciei os seus cabelos ainda molhados e segurando-a pela nuca, trouxe-a mais para perto, levando-a até a boca de Joana, mas antes que se beijassem, retirei meus dedos da boca de Joana e introduzi-os na de Rebeca, que mesmo molhados de saliva, passou a sugá-los avidamente.
Afastei-me delas e as deixei entregues naquele beijo ardente. Permaneci alguns instantes admirando aquela cena deliciosa e ouvindo o ruido sensual dos lábios sedentos. Depois, fiz minha cane rasgar o ar e estalar nas nádegas de Rebeca.
Ela gemeu alto, a surpresa deixou-lhe um leve rastro vermelho sobre a pele e lhe falei:
- Não ouse! Não quero ouvir...
E novamente deitei a cane sobre a pele da sua nádega, dessa vez aplicando um pouco mais da minha força. Vi-a segurar o gemido, apertando-os nos lábios e seus músculos retesaram-se, mostrando o quanto havia ardido as carnes. Aproximei-me um pouco, pousei a minha mão sobre a sua nadega avermelhada e quente e sussurrei ao seu ouvido:
-  Assim, obediência é tudo!
Caminhei ao redor das duas e parando atrás de Joana, puxei-a pelos cabelos, trazendo-a para mim. Segurando-a pelos ombros, forcei-a para que se ajoelhasse a minha frente. Afastei as minhas pernas e colocando as minhas mãos em sua nuca, sem permitir que ela me tocasse, ordenei que me cheirasse e sentisse o cheiro da sua Dona.
Eu estava excitada e ainda não havia me despido, mas desejei sentir aquela boca quente e ordenei à Joana que me beijasse entre as pernas, mesmo por cima das roupas. Ela me abocanhou e umedeceu a minha calça preta com sua saliva, enquanto isso eu olhava para Rebeca e me deliciava com a visão do seu corpo.
- Basta! Rasteje e faça o mesmo nela! Ordenei-lhe, apontado para Rebeca.
De quatro ela foi na direção da outra e pôs-se a beijar-lhe entre as pernas.
Despi toda a minha roupa e com a cane na mão, dei a volta e abracei Rebeca por trás. Acariciei seus seios com uma das mãos e com a outra segurei a cabeça de Joana, apertando-a contra Rebeca.
Rebeca se continha, não gemia e apenas arfava. Mordi a sua orelha e bem de perto lhe falei:
- Geme cadelinha, solta o teu tesão para mim ouvir!
Ela gemeu desesperada e senti as suas pernas afrouxarem. Dediquei carinhos aos seus seios, enquanto Joana se encarregava do resto. Não demorou muito e ela estremeceu e em longos gemidos abandonou-se ao orgasmo. Deixei-a deslizar ao longo do meu corpo, até cair exausta e deitar-se sobre o tapete vermelho. Minha aprendiz havia absorvido as primeiras lições e dei-lhe a recompensa do descanso. Os primeiros passos havia dado e outros mais complexos e difíceis ainda viriam. Deixando-a deitada, fui até Joana e ao lado dela nos amamos, não mais como Dona e submissa, mas como duas mulheres e amantes.

Capítulo 2


Enquanto a conversa fluía, o clima entre nós tudo tornava-se mais íntimo. Eu e ela sabíamos por que estávamos ali, mas ela deixava transparecer que desejava algo forte e intenso.
Ela levantou-se, foi até a chave de luz, diminuiu a intensidade, deixando apenas uma ínfima penumbra iluminando a sala, com a ajuda das labaredas do fogo na lareira. Caminhou por trás do sofá, até as enormes janelas do apartamento e fechou as cortinas, deu mais alguns passos e fez o mesmo com a porta larga da sacada, para evitar olhares curiosos. Atravessou a sala, abriu uma gaveta e pegou um isqueiro de prata, com ele acendeu quatro velas perfumadas, que estavam sobre o balcão da lareira, foi até a parede inversa e sobre dois pedestais, acendeu outras duas, dando ao ambiente um levíssimo cheiro de lavanda.
Lentamente voltou ao centro da sala e livrou a mesa de centro do caminho rendado e do vasinho com três rosas vermelhas, deixando-a nua no seu mogno envernizado e escuro. 
Circulou a mesa e parou a minha frente e segurando as alças do vestido de seda, deixou-o cair lentamente ao seus pés, revelando o seu corpo, semi-coberto com uma calcinha e meias 3/4 pretas, sobre o sapatos de saltos, deixando-me ver seus seios e mamilos com auréolas rosadas. Levantou um dos pés, deu um passo para ou lado e deixou o vestido à ermo no chão e finalmente falou:
- Estou pronta... Sou sua Senhora! As velas sobre a lareira, são as que me pediu, as outras são comuns e perfumadas!
Levantei-me, beijei sua boca e virei-me de costa para ela:
- Ajude-me com o casaco!
Despi o casaco, ela segurou e com delicadeza colocou-o em um cabide no canto da sala. Voltou para perto de mim, olhando para o chão.  Enquanto ela voltava, eu despia minha roupa, fiquei totalmente nua a sua frente.
- Sente-se! - Ordenei-lhe apontando a mesa.
Ela sentou-se, segurei o seu queixo e levantei-lhe a cabeça, beijei-a na boca, depois segurando a sua cabeça, ergui-me e deixei o seu rosto passar entre os meus seios. De pé, juntei-a ao meu corpo, ela abraçou-me pelos quadris e beijou o meu ventre. Acariciei seus cabelos e deixei-a ficar assim por alguns instantes, para sentir-se segura. Após alguns minutos, pedi para que se despisse totalmente.
Fui até minha bolsa e retirei de dentro tudo o que trouxera e coloquei alinhados sobre os sofá. 
Voltei até ela, virei-a de costas para mim e vendei os seus olhos. Deitei-a na mesa e sentei-me ao seu lado. Arqueando o corpo, beijei sua boca e a invadi com a língua, arrancando-lhe um beijo ardente. Desci pelo pescoço, depois pelos ombros e seios, beijei-os, lambi e suguei. Parei por alguns segundos e deixei no ar um clima de mistério. Ela sem poder ver, tentava ouvir o que acontecia. Mas eu, nada fazia e apenas corria meus olhos no seu corpo, admirando a sua beleza e a cor da pele.
Levei o meu dedo a sua boca, acariciei os seus lábios e fiz a pontinha entrar no meio deles. Ela chupou-o e lambeu, repeti o mesmo com um dos outros dedos. Corri a unha pelo seu queixo, fui em direção ao pescoço e do pescoço ao peito, passando entre os seios, deixando um rastro vermelho, descendo pela barriga e indo em direção as virilhas, até encontrar sua coxa e segurar suas carnes interiores, cravando as minhas unhas com força. Ela respirou fundo, demonstrando que sentira a surpresa, mas não gemeu, sabia que eu não queria ouvir som. Afastei suas pernas e envolvi o seu sexo com a minha mão, ele estava úmido e quente, denunciando que ela ficara excitada. Acariciei-o, tateei-o e circulei-o com os dedos, com o anular e o indicador abri os seus lábios e acariciei a entrada molhada com o dedo médio. Ela esboçou um gemido, mas se conteve, preferiu respirar longamente.
Peguei a corda de cânhamo que trouxera, amarrei um dos pulsos e atei ao pé da mesa, depois fiz o mesmo com o outro e com os dois pés, deixando-a presa a mesa e disponível para mim, para que não pudesse escapar ou se defender.
Caminhei até a lareira e apanhei uma das velas, fui até os seus pés e sacudindo-a, respinguei a parafina em seu corpo, ela se contorceu sobre a mesa. Repeti novamente, uma, duas vezes. Aproximei-me um pouco e pinguei sobre seu púbis depilado, um pingo, a pausa e depois mais dois. Subi por seu ventre deixando o rastro de pingos de parafina e a cada pingo que caia, uma pausa eu deixava entre eles, até deixar cair o primeiro pingo e vê-lo escorrer pela lateral do seu seio. Pinguei outra vez sobre o seio, ela esboçou um gemido e pinguei novamente, ela se contorceu e então lhe falei:
- Quero ouvir teu prazer!
Ela permaneceu imóvel, não gemeu, apenas suspirou.
Esperei alguns segundo, observando-a e olhando seu peito respirar e finalmente deixei mais um pingo cair e atingir diretamente o mamilo. Ela gemeu alto e contorceu-se totalmente sobre a mesa. Sua respiração ficou ofegante, parecia queria estancar a ardência e deixei-a acalmar-se. Vendo-a voltar à normalidade, pinguei novamente, mas sobre o outro mamilo, dessa vez arrancando um gemido bem alto, quase um grito, mais de prazer do que dor.
As velas usadas são feitas para esse tipo de fantasia e há uma técnica a se utilizar, temperatura e distância a se obedecer, de modo que, os pingos podem arder, mas não podem queimar ou deixar bolhas na pele. Isso garante a segurança na fantasia.
Sentei-me novamente ao seu lado e acariciei o seu rosto, deixei-a tranquilizar-se e logo após, peguei ao lado da bolsa a loção e a flanela macia. Borrifei a loção espalhei em seu corpo, fui ao banheiro e molhei a flanela, com ela livrei-a dos pingos solidificados de parafina, acalmando a sua pele e deixando seu corpo sedoso.
Desvendei-lhe os olhos, soltei-a das amarras e sentei-me novamente ao seu lado. Olhando em seus olhos sorri para ela e com seu sorriso fui correspondida. Segurando a sua nuca, trouxe-a para perto, abracei-a e a beijei. Depois fomos para o imenso sofá, estávamos totalmente excitadas e precisávamos uma da outra.

Capítulo 3

A noite declarava-se em ousadia, deixando em penumbra a sala, que ainda vazia, esperava para assistir passiva a entrega e a dedicação de Rebeca. 
No fundo da sala, um facho de luz escapava pela porta entre-aberta, que leva ao quarto. No quarto iluminado, jazia sobre a cama uma linda lingerie rosada, as meias de seda e um espartilho, ambos brancos.
Ouvia-se o som de água caindo e sob o chuveiro Rebeca banhava-se. Ela deslizava pelo seu corpo um sabonete cheiroso e a água fria levava com ela a espuma branca. Rebeca banhou-se demorado, depois pegou a toalha de fios egípcios e secou-se. 
Atravessou a porta e adentrou em seu quarto, uma suite largamente espaçosa. Jogou a toalha a um canto e olhou-se no espelho, como a adivinhar, como seriam as marcas, depois que retornasse ao quarto.
Caminhou até o lado da cama, arqueou-se um pouco e juntou a calcinha rosa, vestiu-a e ajeitou aos quadris, para que ficasse do jeito que ela gosta. 
Sentou-se na beirada da cama, calçou com cuidado as meias 3/4, Velours De Peau. 
Esticou a perna direita e trouxe para perto seus sapatos de salto, calçou-os e levantou-se de novo, foi ao espelho e vislumbrou seu corpo. 
Levou as mãos da cintura, subindo-as pela barriga, até alcançar os seios e admirou outra vez, sua bela silhueta no espelho. 
Tornou novamente à cama e pego nas suas mãos o espartilho branco, antes de vesti-lo, ficou indecisa e resolveu pensar mais um pouco. Achou que ficaria muito desconfortável e desistiu da peça apertada. Foi até o closet e abriu a gaveta e guardou o espartilho de onde o pegara. Na primeira gaveta escolheu um sutiã na mesma cor da sua calcinha. Vestiu-o a pequena peça rosada e acomodou dentro dela os seios volumosos, ajeitando-os sensualmente à saltar aos olhos, deixando à mostra o seu formoso colo.
Retirou a toalha da cabeça e enxugou com ela os cabelos negros, lisos e molhados, depois a jogou para o lado, dando à ela o mesmo destino daquela que seu corpo enxugara.
Sentou-se à frente da cômoda e do enorme espelho,  numa das mãos o secador, na outra a escova de javali e deu atenção aos cabelos demorados minutos. Depois de pentear-se, fez com todo o cuidado a nova maquilagem. Batom rosa na boca, cremes no rosto, sombras e delineadores, deixando o canto dos olhos puxados.
Rebeca é extremosa e cuidadosa, prima o bom gosto e a sofisticação, faz deles a sua melhor arma de sensualidade e sedução.
Finda a maquilagem, levantou-se e foi novamente ao closet, escorreu para o lado uma das portas do enorme roupeiro e procurou nos inúmeros cabides, o vestido oriental que imaginara, pegou do meio dos vários vestidos, o qipao de seda, rosa e dourado.
Voltou novamente à cômoda, procurou numa caixinha dois biotes pretos e com eles prendeu seus cabelos, dando com os dois pauzinhos, o toque final ao estilo oriental.
Olhou-se na parede espelhada, de baixo para cima e cima para baixo, colocou as mãos nos quadris largos, que o qipao de seda deixava acinturado, virou-se para a direita e mirou-se com um rabo de olho, tentando ver-se de perfil, dando uma meia-volta, repetiu a cena para o outro lado, gostou de jeito que estava, sacudiu a cabeça, mostrando para si, que se aprovara.
Seu sentido de sofisticação intuiu-lhe ao uso de jóias, pensou num colar de pérolas, depois num cordão com pingente, mas desistiu, a ocasião não pedia por elas.
Caminhou em direção à porta, apagou a luz e saiu do quarto.
Atravessou o corredor escuro, guiando seus passos lentos pela luz da lua, que nas janelas da sala entrava. Andou até as janelas e uma por uma cerrou-as com as cortinas. Foi até a sacada, respirou bem fundo e deliciou-se com o ar. Olhou as luzes da cidade, o céu estrelado e lá embaixo a avenida movimentada. Retornou para a sala, fechando e encortinando a porta  da sacada.
Acendeu as luzes e vela por vela, com o isqueiro de prata, iluminou a sala.
Andou até a mesa de centro enorme, feita especialmente para ela, de mogno e sob medida. Deixou-a completamente vazia, do jeito que eu sempre pedira.
Abriu as portas do rack e retirou de dentro as duas cordas vermelhas e outras duas brancas. Levou-as até uma banqueta e enfileirou as cordas de cânhamo, deixando alternadamente e numa sequência de vermelho e branco. Voltou novamente ao rack, pegou a venda de seda e a mordaça de pano. Retornou até a banqueta e colocou-as sobre as quatro cordas.
Olhou o relógio de parede e os seus ponteiros marcavam vinte para as dez. Achou-se eficiente, pois terminara as tarefas antes da hora marcada.
Sentou-se no sofá de couro e ficou ansiosa, queria que eu chegasse, para começar.
Ouviu passos no corredor e logo depois a campainha tocar. Colocou um sorriso no rosto e foi à porta da entrada, pois ela sabia que eu chegara.
Olhei-a e me surpreendi, a minha aprendiz se superara. Vestiu-se totalmente a rigor e deixara tudo pronto, como eu mandara.
Ela curvou-se a minha frente, saudando a minha chegada, com o ojigi. Depois ajoelhou-se e com olhos baixos, esperou que eu entrasse. Acariciei a sua cabeça e estendi-lhe a mão, pedindo-lhe que levantasse.
Ela fechou a porta e veio ao meu lado até a mesa de centro. Acariciei seu rosto e a trouxe a minha boca. Beijei-a profundamente, para que ficássemos tão íntimas como sempre.
O ambiente me seduziu, a dedicação de Rebeca, aqui estou eu, no meu qipao azul e ela prostada aos meus pés e é hora de começar. Hoje a minha aprendiz conhecerá o Sokubaku, mais conhecido como Shibari, a arte de imobilização japonesa dos samurais.

Capítulo 4


Olhei para as cordas dispostas na banqueta, ao lado da mesa de centro. Rebeca colocou-as com exatidão, como num outro dia, eu havia dito que gostava, demonstrando-me a sua atenção e que já sabia como me agradar. Curvei-me, segurei as cordas e olhando para ela, apontei-lhe a porta do quarto.
Caminhamos pelo pequeno corredor e entramos pela porta, livrei-a do qipao, do sutiã e da sua calcinha. Sentei-a na cama e descalcei seus sapatos e logo depois as meias três-quartos.
Rebeca deitou-se o na cama e sem resistência, acatava todas as ordens, que eu dirigia com olhares, mostrava-se paciente e muda. 
Sentada ao seu lado e com o corpo arqueado sobre o dela, eu beijava a sua boca, com os dedos buscava pelos seus mamilos rijos. No movimentos dos lábios e na intensidade do nosso duelo de línguas, ela se entregava sem reservas aos meus caprichos. E quanto mais eu sentia a sua entrega, mais pressionava os seus mamilos e imprimia-lhes as ponta das unhas dos meus indicadores, até ouvir seus gemidos e passei, ao mesmo tempo, a morder os seus lábios, abafando  os seus ruídos de dor. Eu queria dar a ela uma amostra do que estaria por vir!
- Dói? – perguntei.
- Doeu, mas… acho que me excitei.
E ouvindo a sua resposta, imprimi mais força na unha sobre um dos mamilos.
- Aiiiiiiii! - gritou ela.
Dei-lhe um tapa no rosto, deixando vermelho e quente. Ela me olhou, sem saber o que havia feito de errado e percebendo a sua indagação completei o tapa com as minhas palavras:
- Quem te autorizou a gritar?
Rebeca gelou e uma sensação estranha correu por seu corpo, ficou ofegante e um tesão brotou-lhe de dentro para fora, incendiando seu corpo. Ser esbofeteada e xingada provocou-lhe contradições, que a deixaram confusa, sentia dor e ao mesmo tempo sentia tesão, sentia raiva e ao mesmo tempo sentia prazer e a dor no seu seio, aliada à humilhação, quase levou-a ao orgasmo.
Levantei-me da cama e despi-me lentamente. Ela não tirava o olhar do meu corpo e das roupas que caiam, peça por peça. Enquanto me olhava, ela corria as mãos pelos seios e descendo levou as mãos entre as pernas. Olhei-a reprimindo o seu gesto, proibindo-a de tocar-se. Por alguns instantes ela retrocedeu sua mão, mas logo os instintos moveram-na ao lugar proibido. Olhei diretamente em seus olhos e quando o seu  olhar cruzou com o meu, apertou as mãos entre as pernas. Completamente nua, aproximei-me dela e puxei-a pelas pernas, trazendo-a para perto. Dando alguns passos ao lado da cama, levantei-a pelos cabelos e disse baixinho no seu ouvido:
- Teimosa, vou amarrá-la!
Olhei para o chão, ao lado do meu qipao, juntei o obi e vendei os seus olhos. Com uma das cordas vermelhas amarrei suas mãos à cabeceira da cama e com uma das cordas brancas atei os seus pés à outra extremidade da cama.
Aquilo a assustou, mas ao mesmo tempo deixava-a mais excitada, pois ela confiava em mim. Apesar da sensações estranhas que sentia, se deixava levar. Um desconforto a incomodava. Era horrível não saber o que estava acontecendo, não contendo a sua curiosidade, resolveu perguntar:
- O que está fazendo Senhora?
Como resposta, dei-lhe um novo tapa, do outro lado do rosto. E, ela entendeu quem estava no comando e que não deveria me questionar. Calou-se e contentou-se com a escuridão.
Caminhei em volta da cama, rústica e de ferro. Fiquei alguns minutos contemplando seu corpo. Rebeca estirada na cama, amarrada. Seus braços e pernas abertas, a respiração ofegante e os seios subindo e descendo, entre as suas coxas a excitação molhava seus lábios externos. Afrouxei a tensão das cordas que atavam seus pés, depois fiz o mesmo com as cordas das mãos, para possibilitar-lhe os movimentos, mas sem deixar que se masturba-se novamente.
Ainda restavam-me mais duas cordas, uma vermelha e outra branca, escolhi a branca. Segurando-a pela cintura, passei-lhe a corda por baixo e fiz a corda enrolar-se no seu corpo como uma serpente. Da cintura aos seios, prendendo-os firmemente e em cada laçada um novo rumo a corda tomava, deixando em seu corpo uma verdadeira teia de aranha, passando e voltando, pela frente e pelas costas, por entre as pernas, até lhe cessarem os movimentos.
Deixei-a inerte na cama, abri o frigobar e peguei dois cubos de gelo. Primeiro deixei-os pingar sobre os seios e depois imprimi-lhe um rastro gelado no ventre, de baixo para cima, até alcançar e circular os mamilos. Rebeca nada dizia, apenas percebia e arrepiava-se com o que eu fazia em seu corpo. Deixei-a pensar e momentos depois, passei o gelo no seu clitóris. Ela arrepiou-se mais uma vez e esboçou um gemido. Novamente esperei alguns segundo e tornei a acariciar seu clitóris com o gelo, mas dessa vez sem retirá-lo, até deixá-lo dormente. Continuei repetindo com uma das mãos, a tortura no clitóris e com a outra segurei seus mamilos, apertando e torcendo-os, causando-lhe dor e a dúvida de sensações, entre o gelo cortante e meus dedos perversos.
Rebeca já não conseguia entender o que lhe provocava mais desconforto, a dor ou a dormência, os mamilos ou o clitóris, mas não ousou pedir-me para parar. Sentindo que ela estava aflita, cessei a tortura e beijei seus mamilos, dando-lhe calor ao circula-los com a língua. Joguei o gelo para o lado e com os dedos abri caminho entre os seus grandes lábios, tocando-os suavemente e depois pousando a palma da minha mão sobre a sua vulva gelada, aquecendo-a, Desci pelo ventre, lambendo o molhado do gelo, até envolver a sua vagina com a minha boca. O prazer dela cresceu, a região se aqueceu e ela contorceu o seu corpo. Notando que ela iria ter um orgasmo, parei e lhe disse:
-Ainda não, teu cio... hoje é meu!
Subi pela cama, sentei-me sobre o seu rosto e ordenei:
- Primeiro sou eu!
E sentando sobre ela, quase a sufocando, recebi o afago da sua boca, ela chupou, lambeu e me invadiu com a sua língua, até arrancar-me um orgasmo intenso e bebê-lo deliciosamente.
Desabei sobre o corpo de Rebeca e tremi o meu gozo por longos minutos. A dominação que exerci sobre ela, havia me deixado muito excitada e o gozo roubou-me as forças.
Já recuperada, liberei-a das cordas, mas deixei-a vendada. Deitei-me na cama e coloquei suas pernas em meus ombros e dediquei meus carinhos orais para ela. Cada movimento da minha língua  fazia seu corpo se retesar e disse-lhe então, que podia soltar seu prazer. Enquanto eu dava a ela as caricias orais, ela gemia desesperada e sem demorar muito, explodiu divinamente na minha boca. Urrando e gritando o gozo.
Fui até a sua boca e a beijei, o seu coração batia acelerado, o beijo era ardente e nesse mesmo tempo, arranquei a venda dos seus olhos. Depois do beijo nos olhamos intimamente e soubemos que cada uma de nós, havia realizado as suas fantasias à contento. Eu como sua Senhora e ela como submissa.
Olhamos em volta e vimos o quarto, os móveis, testemunhas inerte, daquela nossa noite desregrada. As cordas ainda tinham o calor do seu corpo. O gelo havia derretido, como nós havíamos nos derretido uma na outra. O obi negro, jaz atirado a um canto do quarto, guardava em segredo o que ela havia pensado. Quem haveria de dizer, que gozamos com a dor, uma a infligindo e a outra a recebendo. 
Rebeca recostou-se na cama e olhava para as únicas provas da nossa loucura, as marcas vermelhas das cordas que imobilizaram seu corpo!

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